O presidente da Federação Italiana de Futebol, Gabriele Gravina, apresentou a sua demissão esta quinta-feira, na sequência do insucesso da Itália em garantir a qualificação para o Mundial 2026 (11 de junho a 19 de julho), anunciou a própria federação.
A pressão política e mediática foi intensa. Durante uma reunião com representantes federais, Gravina encontrou-se com os presidentes das ligas da Serie A, Serie B e Lega Pro, assim como com membros da AIC e da AIAC, para comunicar a sua decisão. Nessa ocasião, anunciou a demissão, encerrando o seu mandato e abrindo oficialmente um novo capítulo na gestão do futebol italiano.
A reunião do Conselho Federal, que estava marcada para a próxima semana, não se realizará. As eleições para os novos cargos estão agora agendadas para 22 de junho, em Roma.
Gravina, de 72 anos, liderava a FIGC desde outubro de 2018.
A Itália, tetracampeã mundial e bicampeã europeia, e que já tinha falhado a presença nos Mundiais de 2018 e 2022, não vai marcar presença na próxima edição do Campeonato do Mundo, após perder na final do play-off europeu frente à Bósnia-Herzegovina (1-1, 4-1 nas grandes penalidades).