O segundo gol do atacante Erling Haaland na vitória da Noruega sobre o Brasil (2 a 1), recordista de títulos, no domingo, foi eleito o melhor das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, anunciou nesta sexta-feira a FIFA.
Haaland, de 25 anos, marcou duas vezes com assistências do suplente Andreas Schjelderup, do Benfica, e chegou aos sete gols em quatro jogos na sua estreia na competição, sendo decisivo para um inédito acesso às quartas de final da Noruega, de regresso às fases finais 28 anos depois e cumprindo a quarta participação.
O atacante recebeu 34% dos votos submetidos pelos torcedores no site oficial da FIFA, contra 25% de Lionel Messi, autor do gol do empate na reviravolta vitoriosa da campeã mundial e bicampeã sul-americana Argentina sobre o Egito (3 a 2), e 16% de Azzedine Ounahi, pelo primeiro tento do campeão africano Marrocos frente ao coanfitrião Canadá (3 a 0).
Votações anteriores
Antes de Haaland, Eldor Shomurodov venceu a votação do melhor gol da primeira fase, após ter marcado na derrota do estreante Uzbequistão com a República Democrática do Congo (3 a 1), para a terceira e última rodada do Grupo K, que também integrou Portugal.
Já Sidny Lopes Cabral, zagueiro esquerdo que se transferiu do Benfica para os turcos do Trabzonspor ainda antes da fase final, liderou a eleição relativa às oitavas de final, ao anotar o segundo tento do estreante Cabo Verde no desaire perante a Argentina (3 a 2, após prorrogação).
Depois dessas três etapas, a escolha do melhor gol da Copa do Mundo de 2026 contará com mais duas votações, seguindo o mesmo procedimento das anteriores nas quartas e nas semifinais, que serão combinadas, e na final.
Noruega enfrenta Inglaterra
Ao contrário de Shomurodov e Sidny, Haaland continua na competição e vai enfrentar nas quartas de final da Copa de 2026 a Inglaterra, campeã em 1966 e finalista derrotada dos últimos dois Europeus, no sábado, em Miami Gardens, nos Estados Unidos, com o vencedor a encontrar na próxima rodada a Argentina, detentora de três títulos (1978, 1986 e 2022), ou a Suíça.
De fora está o Brasil, recordista de conquistas, com cinco (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002), e único com presença em todas as fases finais, ao contabilizar 23.