No Arsenal, ainda ‘dói’ a lembrança da última Premier League. Os ‘gunners’ lideraram por 29 rodadas, da 3ª à 31ª. Nunca uma equipe havia estado na liderança por tantos dias (248)… sem conseguir vencer o campeonato. Um golpe duro do qual esperam se recuperar com mais força. “Ainda dói e ainda é doloroso para nós”, reconhece o ex-madridista Martin Odegaard em referência ao título da liga que, no final, foi conquistado pelo Manchester City. Ainda dói e ainda é doloroso para nós. No entanto, o capitão do Arsenal prefere ver o copo ‘meio cheio’: “O que temos que fazer é aprender com o ano passado. Devemos usar a decepção, a raiva e todos os sentimentos ruins de maneira positiva, de modo que nos permita voltar ainda mais fortes”. “Na temporada passada, estávamos muito unidos e tínhamos o grande sonho de ganhar algo, mas isso deve nos motivar ainda mais a voltar com ainda mais fome. É o mesmo que fizemos no ano anterior depois de ficarmos de fora da Champions”, insiste Odegaard. Os 231 milhões investidos nas contratações de Declan Rice (116,6), Kai Havertz (75) e Jurrien Timber (40) têm feito o Arsenal melhorar, se é que é possível. “Ainda há mercado”, adverte Mikel Arteta. “Fizemos grandes contratações dentro e fora de campo. Os novos jogadores trazem qualidade e energia. São ótimos caras, esperamos que se adaptem o mais rápido possível”, afirma o ex-jogador do Real Madrid. Fizemos grandes contratações dentro e fora de campo. Os novos jogadores trazem qualidade e energia. Odegaard elogia, em especial, Declan Rice: “Ele tem qualidade e é um líder. É ótimo trabalhar juntos. Sempre que o enfrentei, ele nos causou muitos problemas”. Está claro que a fasquia agora está mais alta. “As expectativas aumentaram, mas faz parte do jogo e temos que lidar com isso”, conclui Odegaard.

