A Federação Portuguesa de Futebol e o antigo árbitro Bruno Paixão resolveram finalmente uma longa disputa judicial que se arrastava desde 2012. O conflito surgiu quando Paixão não foi incluído na lista de árbitros internacionais enviada à FIFA, levando o juiz a avançar com uma ação reclamando por alegados prejuízos.
O acordo recente, ratificado pela direção da FPF no final de março, encerra o processo de forma amigável, evitando a continuação de um litígio que se prolongava por mais de uma década. Fontes da federação afirmam que o desfecho protege os interesses de ambas as partes e evita impactos adicionais no plano financeiro e reputacional.
Tanto a FPF como Bruno Paixão reconheceram que a resolução beneficia todos os envolvidos. A federação destacou o esforço de diálogo do ex-árbitro, enquanto este considerou que a solução encontrada representa um encerramento justo de uma situação que vinha pesando há anos na sua carreira e imagem profissional.