Cristiano Ronaldo, aos 41 anos, lidera a lista das maiores desilusões da Copa do Mundo 2026, em um onze que reúne várias estrelas cuja performance ficou muito aquém das expectativas. Nomes consagrados como Neymar, Bruno Fernandes e Valverde acompanham o craque português em uma seleção de flops que surpreende pelo calibre dos jogadores envolvidos.
A Copa 2026 foi palco de exibições de luxo, mas também de quedas abruptas de rendimento entre os maiores protagonistas do futebol mundial. Enquanto algumas seleções menos mediáticas, como Cabo Verde, apaixonaram torcedores pelo seu futebol destemido, houve quem tivesse “derretido ao calor escaldante das Américas”, incapaz de corresponder à fama e responsabilidade.
Muslera protagoniza erro histórico
A lista dos maiores flops do torneio é encabeçada por Muslera, o lendário goleiro uruguaio, cuja “tremenda asneira” frente à Espanha precipitou a eliminação vergonhosa da sua seleção. Segundo relatos, Muslera chegou a pedir para ser substituído no intervalo, mas já era tarde para remediar o estrago.
Defesa repleta de falhas
Na defesa, Joshua Kimmich, capitão da Alemanha, foi apontado como um dos responsáveis pelo descalabro germânico, embora se sublinhe que não é inteiramente culpa sua, mas que a carreira de Kimmich na Alemanha coincide com a sua terrível fase em torneios desde a sua estreia.
Kalidou Koulibaly, zagueiro do Senegal, protagonizou “uma das capitulações mais chocantes de sempre”, permitindo a reviravolta da Bélgica nos minutos finais e ainda assinou “a pior exibição individual do torneio” diante da Noruega. Victor Lindelof regressou “ao seu pior, trapalhão e descoordenado”, tal como os torcedores do Manchester United antecipavam.
Homam Al-Amin, do Qatar, destacou-se pelos piores motivos ao conseguir “zero desarmes, zero alívios e zero bloqueios” antes de ser expulso contra o Canadá.
Meio-campo sem inspiração
No meio-campo, Bruno Fernandes, eleito Jogador da Temporada na Premier League, viu a sua Copa resumir-se a “abanar os braços em desespero” perante as exibições apáticas da sua seleção, registrando apenas uma assistência. Scott McTominay, herói da qualificação escocesa, foi “maioritariamente ineficaz”, sem conseguir rematar ao gol contra o Haiti.
Valverde, capitão do Uruguai, foi descrito como “lento, pensativo e totalmente sem imaginação”, não conseguindo evitar a queda da sua seleção.
Ataque sem pontaria
No ataque, Neymar, ainda a recuperar de lesões, teve prestações “inúteis e desconfortáveis” e protagonizou um momento embaraçoso ao provocar o goleiro norueguês após marcar um pênalti irrelevante. Enner Valencia, do Equador, não conseguiu concretizar nenhuma das oportunidades, “deixando seis gols por marcar” segundo as estatísticas de expected goals.
Por fim, Cristiano Ronaldo foi alvo de críticas ferozes: “Foi como aquele tio bêbado no karaokê que já não sabe cantar mas recusa sair do palco.” O veterano português jogou demasiados minutos sem conseguir impactar, mostrando que o tempo em “Saudi-time” começou a pesar-lhe nas pernas.