Casemiro, médio e pilar da Seleção Brasileira, lançou o país como a grande surpresa na luta pelo título da Copa do Mundo de 2026. Segundo o jogador, a condição de “underdog” – quando o Brasil figura atrás de seleções como Espanha, França e Inglaterra nas casas de apostas – pode se transformar numa arma secreta para conquistar o sexto título mundial.
Confiança no plantel misto
“Não somos os grandes favoritos,” afirmou Casemiro à FIFA após a chegada da equipe aos Estados Unidos. “Claro que estamos bem; temos um plantel forte, uma mistura de experiência e talento jovem.” O jogador de 34 anos destacou a qualidade e diversidade do grupo: “Temos jogadores de qualidade, experientes, enérgicos e jovens. É uma boa mistura para esta competição.”
Ciclo difícil e preparação com Ancelotti
Casemiro não escondeu que o percurso até o Mundial foi marcado por desafios. “Foi um ciclo difícil, com mudança de treinador, alteração na presidência da Confederação Brasileira de Futebol e muita instabilidade,” revelou. A nomeação de Carlo Ancelotti e a eleição do novo presidente aconteceram no último ano, complicando a preparação.
Trabalho limitado, mas otimismo
O meio-campista explicou que, apesar da vasta experiência de Ancelotti no futebol, o trabalho conjunto tem sido limitado. “Só trabalhamos juntos durante 40 dias. Mas acredito que chegaremos ao torneio em boa forma.” Ao assumir o papel de “underdog”, o Brasil pode surpreender e contrariar expectativas.
Promessa de Mundial extraordinário
Casemiro finalizou com uma promessa clara: “Estamos atentos, o que é sempre positivo. Queremos chegar lá em grande forma e fazer um Mundial extraordinário.” Com uma equipe renovada mas experiente, liderada por Casemiro e orientada por Ancelotti, o Brasil se prepara para desafiar prognósticos e provar que é uma força com que todos terão de contar.