Vitórias que contrariaram a lógica
No rico histórico da Copa do Mundo, dois episódios se destacam por terem desafiado a conhecida ‘vantagem do mandante’. Em 1958, a seleção brasileira, então sem nenhum título mundial, conquistou sua primeira taça em solo sueco, longe do apoio de sua torcida. Já em 2014, a Alemanha fez o caminho inverso: levantou o troféu no Maracanã, no Rio de Janeiro, após vencer a Argentina na final, triunfando em território adversário.
O legado e a pressão atual
Essas conquistas históricas contrastam com os cenários atuais de ambas as potências. A Alemanha, tetracampeã mundial, carrega o peso de duas eliminações consecutivas ainda na fase de grupos (2018 e 2022). Em busca de uma ‘redenção’ na Copa de 2026, o técnico Julian Nagelsmann conta com a experiência do goleiro Manuel Neuer, único remanescente do elenco campeão em 2014.
O Brasil, por sua vez, se prepara para o torneio que será sediado por Estados Unidos, Canadá e México. As casas de apostas veem a Canarinho como um dos favoritos para chegar às quartas de final, cenário que tentará igualar o feito histórico de 1958: ser campeão em terras estrangeiras.
Com informações de Notícias ao Minuto e AP News