Ángel Haro, presidente do Betis, deixou críticas a Cedric Bakambu depois do avançado não ter regressado à equipa na data prevista, após representar a seleção do Congo.
O atraso prende-se com uma condecoração presidencial atribuída a Bakambu, depois da seleção do país garantir a qualificação para o Mundial 2026, o primeiro em mais de 50 anos. No entanto, o dirigente espanhol manifestou desagrado com a situação.
“Não estou a gostar nada da situação desde o ponto de vista da própria federação do Congo, nem do jogador. Eu acho que, no final, nós colaboramos com os diferentes países, as diferentes federações, e é muito importante para alguém representar o seu país, mas tem de haver um pouco mais de seriedade”, afirmou Haro, em declarações aos jornalistas no aeroporto de Sevilha.
O presidente do Betis explicou ainda as medidas em curso: “A federação congolesa enviou-nos um e-mail para avisar que retia o jogador do dia 3 ao dia 5. Dizemos que obviamente não estávamos de acordo, e a partir daí estão a atuar os serviços jurídicos para ver o que podemos fazer à Federação, além das atuações que podem ser feitas de um ponto de vista coletivo, através da Liga ou da Federação Espanhola. E, com respeito ao jogador, temos um código de disciplina que se aplica aos jogadores e que também devemos aplicar, é claro”.
A equipa espanhola viajou esta terça-feira para Portugal, onde vai disputar esta quarta-feira, às 17h45, a primeira mão dos quartos de final da Liga Europa contra o Sp. Braga. Bakambu é baixa certa para este encontro.