A PSP respondeu às críticas do Betis, que apresentou queixa à UEFA, rejeitando qualquer falha na atuação policial e esclarecendo que os atrasos na entrada dos adeptos espanhóis no estádio se deveram a suspeitas relacionadas com pirotecnia.
Segundo a força de segurança, o dispositivo policial em Braga foi reforçado para o jogo dos quartos de final da Liga Europa e decorreu sem incidentes graves antes, durante e após o encontro.
Relativamente à demora no acesso ao estádio, a PSP explica que existiam indícios considerados “fundados” de que adeptos do Betis transportavam material proibido. Essa suspeita acabou por se confirmar, resultando em quatro autos de contraordenação por posse de material explosivo, uma detenção e a retirada de dois adeptos do recinto.
Em resposta às queixas do clube de Sevilha, a PSP garantiu ainda que não houve qualquer perturbação da ordem pública nem situações que colocassem em risco a segurança dos adeptos, sublinhando que a entrada no estádio decorreu sem problemas a partir das 18h05.
A autoridade acrescenta também que não recebeu qualquer reparo por parte do delegado de segurança da UEFA relativamente à sua atuação, contrariando assim as críticas apresentadas pelo Betis.